7.07.2014

Livro | Vinte mil léguas submarinas (Júlio Verne)

Júlio Verne é famoso por seus livros visionários e devo dizer: esse não é diferente.
A história começa no ano de 1866, quando diversas embarcações, de diversos interesses, foram atacadas de forma nunca antes vista e segundo observações e estudos feitos nas carcaças dessas embarcações, chegou-se à conclusão de que um animal estava provocando todo aquele estrago.




























Com esses últimos acontecimentos, a marinha americana montou uma expedição de caça ao monstro, com os melhores navegadores e convidou o professor Annorax (especialista em biologia marinha) e Ned Land (arpoador experiente) para a viagem, visando o interesse de ambos.


Quando eles finalmente conseguem encontrar a criatura, todo tipo de ataque empreendido acaba sendo falha, já que o animal aparentemente possui uma couraça muito forte que evita até mesmo um arranhão.
Logo após um embate entre o barco e a criatura, o professor Annorax se vê perdido em mar aberto juntamente com seu criado, o Conselho. Após um tempo ao relento, acabam encontrando a criatura e agarrado à ela, o arpoador Ned Land.


Juntos, percebem que o monstro é feito de metal e à um sinal de que iria submergir, chamaram a atenção dos tripulantes de tão estranho submarino que os deixaram entrar e os fizeram prisioneiros.
O comandante do submarino, o Capitão Nemo, logo diz ser um homem que fugiu da sociedade e não pretende soltá-los tão cedo. Com isso, Ned Land passa o tempo todo esperando uma boa oportunidade de escapar e o professor Annorax aproveita a estadia no mundo submerso para vivenciar o que ele passou a vida inteira estudando.




























A história é muito bem contada e o Júlio Verne descreve tão bem o fundo do mar que a gente sente que  o professor Annorax realmente viu tudo aquilo. Entretanto, os personagens não são tão bem explorados quanto o fundo do mar, o que dá apenas a certeza que eles estão lá, mas a impressão que se tem é que nada fazem, até mesmo o tão famoso capitão Nemo. Por ser tão superficial nas personalidades dos outros personagens, o livro seria muito mais convincente se fosse em formato de diário de bordo, mas claro, isso é só a minha opinião. Qual a sua?



Essa edição aí das fotos é bem antiga (e por mais incrível que pareça, sem indicação de data em nenhum luagar), da editora Hemus e não é lá grande coisa. Possui alguns erros de digitação que uma boa revisão teria evitado. Mas isso não impede nem dificulta a leitura do livro :)

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