9.05.2014

Filme | Ruby Sparks - A namorada perfeita


Eu fiquei pensando em uma frase que caracterizasse o filme. Não consegui pensar em nada, nenhum adjetivo, tudo pareceu muito superficial. Então eu vou falar do filme e depois falo o que eu achei, certo?






















Ruby Sparks é um filme de 2012 e foi dirigido por Valerie Faris e Jonathan Dayton e o enredo é simples e na minha cabeça soou bem original (se você já viu filme parecido, diz pra mim! vou adorar conhecer), ó:

























Calvin (Paul Dano) publicou um livro de grande sucesso e que agora está sendo reeditado e cotado para virar filme. Entretanto, todo mundo fica cobrando e perguntando quando que o moço vai publicar um novo livro, aquele foi um sucesso e nós queremos outro! Saca? (eita, quando foi que eu comecei a falar assim?)

Fato é que o Calvin se encontra com o famoso bloqueio criativo, que o impede de escrever qualquer coisa original e de qualidade (pelo menos é o que ele acha, né, gente? quem mais nos pressiona somos nós mesmos, mas isso não vem ao caso).



E claro, que além dessa pressão para escrever, também existe a pressão para arranjar uma namorada (porque ninguém pode ficar sozinho nesse mundo, minha gente! pelo menos não sem ouvir a frase "e as (os) namoradas (os)?")


Por causa disso, o Calvin faz terapia e recebe do terapeuta (que aliás, é o pai do Ross u.u) a incumbência de escrever um texto, que não precisa ser perfeito, com o intuito de tentar fazê-lo perder esse bloqueio e o medo de aparecer em público com seu cachorro.


Acontece que depois de escrever o tal texto, as ideias vão surgindo e ele cria uma personagem - a Ruby - que de uma hora pra outra (ou melhor, de um dia pro outro) aparece morando na sua casa, achando que é a namorada dele!

 E é claro que a Ruby  (Zoe Kazan) é tudo o que ele sonhou! E mesmo se não fosse, ele consegue modificá-la, escrevendo tudo o que ele quer que ela faça. É aí que mora o perigo e é aqui que eu paro de contar a história pra você.



























O filme é uma delícia de se assistir e é bem levinho, mas um levinho que deixa a gente pensar em monte de coisa, principalmente no nosso relacionamento com as outras pessoas.
Em determinado momento, eu comecei a achar que não ia tirar nada do filme nem dos atores, até que o clímax resolve aparecer e meu Deus! A Zoe Kazan faz uma interpretação maravilhosa e juro, todas as vezes que eu assisto o filme, eu assisto pensando e esperando impaciente pela citada cena.




E, pra não perder o costume que eu peguei em A Espuma dos dias, olha outros cartazes do filme:

 






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